Elastografia representa progresso no diagnóstico de doenças no fígado
Para diagnosticar as lesões no fígado que podem anteceder a cirrose, novos métodos são estudados como alternativa a tradicional biópsia hepática, um exame invasivo com contra-indicações, que pode levar a complicações em até 5% dos casos. Um dos exames que recebe destaque como uma solução não invasiva e eficiente é a Elastografia, que por meio de ultrassom, permite identificar a rigidez dos tecidos do órgão.
- Além da identificação do problema, a técnica é utilizada também para controle de resposta ao tratamento posterior. A Elastografia também tem sido útil para auxiliar na caracterização dos nódulos hepáticos, para diagnóstico diferencial no estudo das causas da lesão – explica a professora e médica radiologista, Célia Resende.
A inovação será apresentada em aula na 10ª Jornada Gaúcha Radiologia, que acontece nos dias 13 e 14 de julho de 2012, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. A técnica emite um feixe sonoro na direção do fígado; a velocidade da onda sonora no tecido constata a sua rigidez e, consequentemente, permite avaliar o estágio e progressão da doença, podendo auxiliar no prognóstico de doenças crônicas que levam a insuficiência do funcionamento do órgão.



















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