Iniciativa da Sociedade Gaúcha de Infectologia, em parceria com UFCSPA, SES-RS e SEDUC-RS, valorizou o protagonismo de estudantes da rede pública estadual em temas de saúde pública
A arte como ferramenta de educação, prevenção e promoção da saúde ganhou destaque nesta sexta-feira, dia 22 de maio, durante o InfectoTchê, evento promovido pela Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), em Porto Alegre. Na programação, foram anunciados os vencedores do Concurso de Arte em Doenças Infecciosas, iniciativa realizada pela SGI em parceria com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES-RS) e a Secretaria Estadual da Educação do Rio Grande do Sul (SEDUC-RS).
O concurso mobilizou estudantes da rede pública estadual do Rio Grande do Sul em torno de temas essenciais para a saúde pública, divididos em três categorias: Higiene das mãos, Vacinação e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Os trabalhos foram avaliados por uma comissão julgadora, que considerou criatividade, sensibilidade, clareza da mensagem e capacidade de traduzir conteúdos relacionados à Infectologia em linguagem visual acessível.
Na Categoria 1, com o tema Higiene das mãos, o 1º lugar ficou com Arthur Guerra Fleck, autor do trabalho “Fora Bactérias!”. O 2º lugar foi conquistado por Laura Reinert, com “História em quadrinhos da higiene”, e o 3º lugar ficou com Sophia Avila dos Santos, com “Conhecimento e Arte”.
Na Categoria 2, dedicada à Vacinação, a vencedora foi Maria Eduarda Monteiro Espindola, com o trabalho “O Escudo das Vacinas!”. Em 2º lugar ficou Otávio Resta Cabral, com “Heróis Invencíveis: A Força da Vacina”, e em 3º lugar, Yuri Renato Dias da Silva, com “Vacinas vítimas do próprio sucesso”.
Já na Categoria 3, voltada às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), o 1º lugar foi conquistado por Laura Rotta Torres, com o trabalho “Proteção também é escolha!”. A 2ª colocação ficou com Nicoli Bueno de Lima, com “Use camisinha e cuide da saúde”, e o 3º lugar foi para Dayvison Samuel Santos Ferreira, com “ISTs”.
Para a SGI, a iniciativa demonstra a importância de aproximar ciência, escola e comunidade por meio de uma linguagem capaz de envolver crianças, adolescentes, famílias e educadores. “Quando pensamos o Concurso de Artes em Doenças Infecciosas, pensamos em algo que fosse muito além de uma premiação. Pensamos em aproximar a infectologia e a SGI das crianças e dos jovens, levando informação em saúde de forma leve, criativa e transformadora. Nossa inspiração veio da ideia de que a promoção da saúde também pode acontecer através da arte, da escola e da imaginação. Queríamos que esses estudantes não fossem apenas ouvintes, mas protagonistas — refletindo, criando e compartilhando mensagens sobre higiene das mãos, vacinação e prevenção de infecções”, destacou o diretor científico da Sociedade Gaúcha de Infectologia, Cezar Riche.”
A SGI parabenizou a todos os estudantes participantes, familiares, professores e escolas envolvidas no projeto, reconhecendo o empenho e a criatividade dedicados aos trabalhos apresentados.
Redação: Marcelo Matusiak