Com a Maratona Internacional de Porto Alegre e a New Balance 42K Porto Alegre no calendário, atletas intensificam cuidados para chegar bem no dia da prova
A contagem regressiva para duas das principais provas de rua do Sul do país já mudam a rotina de quem vai encarar os 42 quilômetros e 195 metros na Maratona Internacional de Porto Alegre e na New Balance 42K Porto Alegre. Na fase final de preparação, além dos treinos longos e do ajuste fino na planilha, cresce entre os corredores a busca por exames laboratoriais como ferramenta para chegar mais seguro e competitivo no dia da largada.
A lógica é simples para quem já vive o ambiente das maratonas: não basta treinar bem, é preciso garantir que o corpo esteja pronto para sustentar o esforço. Alterações silenciosas, como baixa de ferro, desgaste muscular acumulado ou desequilíbrios de eletrólitos, podem comprometer o rendimento justamente quando mais importa. E, muitas vezes, só aparecem com exames.
A supervisora Operacional do Laboratório Qualitá, Dra. Stephany Lima de Camargo (CRBM 8890), explica que esse acompanhamento tem impacto direto na reta final de preparação. “Os exames laboratoriais são essenciais antes de competições porque ajudam a avaliar a saúde e a performance do atleta de forma mais precisa, identificando alterações que nem sempre aparecem na avaliação clínica, mas que podem prejudicar o rendimento. Eles permitem monitorar adaptações do organismo ao treino intenso, diferenciar respostas normais de sinais de fadiga, inflamação ou overtraining, além de detectar problemas comuns como anemia, desequilíbrio de eletrólitos e lesões musculares silenciosas. Com isso, é possível prevenir riscos, manter a performance ao longo do ciclo competitivo e ainda personalizar treino e nutrição de acordo com as necessidades individuais de cada atleta”, afirma.
Entre os principais indicadores observados por quem vai encarar a distância estão o hemograma e a ferritina, fundamentais para a resistência e o transporte de oxigênio; a glicemia, que influencia a disponibilidade de energia; e a creatinoquinase (CK), que mostra o nível de desgaste muscular após os treinos mais pesados. Eletrólitos como sódio e potássio também entram no controle, especialmente para evitar queda de desempenho e câimbras nos quilômetros finais.
Outros exames, como creatinina, ureia e marcadores inflamatórios, ajudam a entender como o corpo está respondendo ao volume acumulado de treinos. Para muitos atletas, esse acompanhamento funciona como um ajuste fino antes da prova, evitando surpresas e permitindo chegar na largada com mais confiança.
Com o crescimento das maratonas em Porto Alegre e o aumento do número de participantes, a preparação também evolui. Cada vez mais, corredores incorporam dados à rotina para tomar decisões mais precisas e evitar que meses de treino sejam comprometidos por detalhes que poderiam ser identificados com antecedência.
Para saber quais exames são mais indicados para o seu momento de preparação, o Laboratório Qualitá orienta que atletas consultem o seu médico e, posteriormente, procurem suas unidades ou canais oficiais para uma avaliação individualizada.
Redação: Marcelo Matusiak
Sobre o Qualitá: Há 15 anos, o Laboratório Qualitá une experiência e tecnologia de ponta para realização de exames nas mais variadas áreas das análises clínicas. Possui 16 postos de coleta e atende exames particulares e os principais planos de saúde do estado. Com excelentes profissionais, o laboratório entrega precisão e exatidão nos resultados garantindo segurança nas decisões médico-laboratoriais, além de possuir um atendimento humanizado.